Como desenvolver um modelo operacional direcionado por dados

Executivos sêniores de empresas líderes de gestão de ativos estão criando Modelos Operacionais Alvos (do inglês, TOM) para suas empresas, que colocam dados e analytics como foco de suas estratégias de tecnologia. Dados centralizados e modelos operacionais eficientes ajudam organizações a dimensionar crescimento e complexidade, e assim vencer algumas questões levantadas, como a garantia da qualidade e consistência dos dados e quais fatores são necessários ao considerar se os sistemas e processos existentes suportarão um workflow mais holístico.

Empresas de gestão de ativos que estão adotando modelos operacionais direcionados por dados devem considerar quatro pontos importantes, e cada um aborda um conjunto exclusivo de fatores e perguntas para os decision makers.

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1. Avaliar processos, fontes e sistemas existentes

Muitas empresas de gestão de ativos acumularam uma série soluções de tecnologia com a intenção de equipar cada departamento com softwares de última geração para necessidades específicas. Isto causa fragmentação de processos operacionais, devido à falta de integração, limitações de softwares antigos e fontes de dados variadas. Neste ambiente, tarefas comuns — como calcular o desempenho em um grupo de fundos, determinar a exposição a um emissor ou broker-dealer entre várias mesas e ativos, e fornecer uma perspectiva de investimento abrangente e o monitoramento de abuso do mercado em toda a empresa — podem se tornar difíceis ou quase impossíveis.

2. Determinar prioridades internas entre stakeholders

Diretores de informática, chefes de operações, diretores de investimento, de dados e de tecnologia podem compartilhar os objetivos de toda a empresa, enquanto focamem prioridades de departamento diferentes. Considerando que todos esses itens irão ajudar a empresa a desenvolver um TOM que pode lidar com uma ampla variedade de preocupações.

3. Selecionar parcerias com sabedoria

Pesquisas independentes mostram que, cada vez mais, gestores de ativos estão procurando parcerias com tecnologia terceirizada para sistemas complexos e cruciais, como os de gestão e execução de ordens, análise e risco de portfólio, e gestão de dados.

Muitas empresas descobrem que os sistemas internos antigos não são compatíveis com as novas iniciativas e que os custos de manutenção e atualização são excessivos. Empresas com vários produtos terceirizados têm dificuldade para priorizar e coordenar upgrades frequentes — muitos dos quais não se consegue medir os custos.

Assim que um conjunto claro de prioridades internas é definido, é hora de considerar como uma parceria externa pode ajudar.

4. Definir um roteiro executável

Um TOM nunca está completo sem um roteiro para sucesso. Com base na experiência abrangente da Bloomberg, empresas que planejaram sua transformação são as mais bem-sucedidas em reunir toda a organização para atingir esse objetivo comum. Um roteiro também serve como uma oportunidade para garantir parcerias investidas no processo de uma empresa e definir expectativas sobre a participação.

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