Os highlights da decisão do Copom: 31 de maio

Veja aqui os highlights da decisão do Copom:

  • BC corta juros em 100 pontos base, em linha com o esperado
  • Copom sinaliza que próximo corte pode ser menor, ao apontar as incertezas com as reformas como o principal fator de risco
  • Assim, BC indica que a crise política pode deixar a política monetária mais conservadora
  • “Aumento recente da incerteza associada à evolução do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira dificulta a queda mais célere das estimativas da taxa de juros estrutural e as torna mais incertas”, diz o comunicado do Copom
  • Modal e Rabobank veem corte de 0,75pp na próxima reunião; BI Economics mantém call de 0,75pp
  • BC repete que ritmo de flexibilização monetária depende da evolução da atividade econômica
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BC faz reconhecimento importante de incerteza. Coloca que isso traz risco para atividade econômica. Também traz risco para próprio processo de corte de juros.
Mauricio Oreng, estrategista do banco Rabobank no Brasil


BC é explícito, no comunicado, sobre os riscos que a crise política traz para as reformas e, consequentemente, para a política monetária
Daniela Milanese, Editora-chefe do serviço em português


BC não quis saber de marola.
Josue Leonel, BFW FX Editor


Mantenho meu call de corte de 0,75 pp na próxima reunião do Copom
Marco Maciel, Bloomberg Intelligence Economist


Modal e Rabobank veem corte de 0,75pp na próxima reunião
Fernando Travaglini, Editor do serviço em português


A luz dos elementos de hoje, fica muito díficl ter corte de 100bp na próxima reunião.
Flávio Serrano, economista sênior do banco Haitong


BC sinalizando 0,75 aqui? Ele fala em ritmo moderado “em relação” ao ritmo adotado hoje. “Em função do cenário básico e do atual balanço de riscos, o Copom entende que uma redução moderada do ritmo de flexibilização monetária em relação ao ritmo adotado hoje deve se mostrar adequada em sua próxima reunião.”
Josue Leonel, BFW FX Editor


Apesar dos escândalos, curva volta à tendência.

Ponto de 1 mês da curva de DI que volta à tendência de queda com inclinação similar ao começo de maio.
Vitor Martinez, Especialista


Fundamentos seguem sinalizando espaço para cortes, puxado principalmente por desemprego e inflação.

Regra de Taylor segue com diferença de quase 2 pontos percentuais.
Vitor Martinez, Especialista


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